Política sobre o uso da IA
A Revista Argentina de Musicologia (RAM) adere à Política sobre o Uso da Inteligência Artificial em Revistas Científicas elaborada pela Universidade Nacional de La Plata, em consonância com os critérios para o uso e a aplicação da inteligência artificial (IA) propostos pela Declaração de Heredia, pelo COPE, pela WAME e pelo Decálogo do Centro Argentino de Informação Científica e Técnica (CAICYT-CONICET).
O princípio orientador dessas políticas, que a revista compartilha e promove, é que a IA não substitui o raciocínio científico, a análise crítica nem a tomada de decisões. Portanto, a responsabilidade ética e jurídica pelo conteúdo publicado na Revista Argentina de Musicologia (RAM) que tenha sido gerado com o uso de IA recai sobre os autores.
Em todos os casos, a revista priorizará suas políticas de ética e de plágio, e a política relativa ao uso da IA está sujeita ao cumprimento das primeiras.
Autoria: Os sistemas de IA carecem de responsabilidade ética e jurídica, bem como da capacidade de serem responsabilizados pelo conteúdo publicado. Portanto, a autoria só pode ser atribuída a seres humanos.
Transparência: Os sistemas de IA são ferramentas que podem ser utilizadas na criação, análise técnica ou processamento de conteúdo científico. Portanto, os autores devem divulgar quais sistemas de IA utilizaram, com que finalidade, com quais parâmetros e que tipo de supervisão foi realizada.
Controle de preconceitos: Os sistemas de IA podem reproduzir preconceitos sociais, culturais ou disciplinares presentes em seus dados de treinamento. Portanto, os usuários devem avaliar todas as informações geradas por essas ferramentas e evitar a reprodução de possíveis preconceitos.
Citação: Os sistemas de IA não constituem fontes primárias de informação. Portanto, não devem ser citados como referências, seja no texto, seja na lista de referências. Da mesma forma, solicita-se aos autores que verifiquem qualquer bibliografia sugerida pela IA.
A Revista Argentina de Musicologia (RAM) adotou esta política em agosto de 2026 e, desde então, vem aplicando-a em todas as etapas do processo editorial (revisão preliminar, revisão por pares e produção da versão final).



